terça-feira, 28 de setembro de 2010

Repulsa

A Flor prossegue seu processo
e nele seus reais sentimentos
passam a aparecer.

E a Flor descobre algo
ela não é tão indiferente
a certas coisas como achava

Pelo contrario sua indiferença
é algo que esconde seus reais sentimentos
as vezes medo, as vezes total repulsa
provavelmente uma mistura dos dois

A Flor descobriu que evita
certas experiências de vida
com uma repulsa total a essas
experiências. Quase como se vive-las
significasse a sua ruína

Mas agora que a Flor tomou
consciência disso. Ela
trabalhará essa repulsão
Pois no fundo a Flor sabe
Não há menos necessidade de evitar
experiências sejam elas quais forem

2 comentários:

  1. Oi Lu, é a Priscila (da Ilha, do mv-1, rsrs)...

    seus poemas estão lindos! Engraçado... sabe o que eu tava lembrando (não sei se vc lembra)... mas na 8ª série vc não gostava de escrever poesias não é? Lembro que uma vez você me disse isso, a gente tinha que fazer uma poesia para depois entregar na aula de literatura, ou algo do tipo, e vc me disse isso, que não gostava nem um pouquinho (engraçado eu me lembrar disso rs)

    Vc não gostava de escrever poesias e hoje, olha só! as utiliza para se expressar, para se renovar... que legal! Antes vc não deveria gostar exatamente pela sua auto-imagem anterior, não é? A forma como você mesma se reprimia... E hj em dia vc escreve tanto... :)

    bjosss

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  2. Oi Priscila!!!

    Legal você ter lembrado disso. Me ajuda a perceber o quanto eu estou diferente.

    Eu não me lembro desse dia em específico. Mas eu realmente detestava poesia. Acredito que eu detestava poesia porque na época fugia dos meus sentimentos. E para escrever poesias isso é fundamental.

    Mas muita coisa mudou dentro de mim. E hoje eu percebo que não preciso temer meus sentimentos. Que pelo contrário, apenas mergulhando neles eu vou me conhecer melhor e dessa forma aprender a lidar com certas emoções.

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